Parte Prática de Sobrevivência – 1ª turma da Educar (2013/01)

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Grupo feminino

A primeira turma de alunos da Educar (2013/01) fez bonito na vivência prática do curso, onde são chamados a experimentar, na natureza, situações inusitadas, simulando a necessidade de sobrevier na selva, no mar e aprender técnicas de combate ao fogo e os primeiros socorros pós-acidente aéreo.

A Educar segue a exigência da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil)  quanto à necessidade da parte prática mas, devido a sua relação de confiança com seus alunos e à parceria com seus Instrutores, os alunos passam 2 dias envolvidos em atividades práticas, com um pernoite na mata, o que viabiliza uma maior integração com o ambiente e um aprofundamento na vivência, tornando-a mais próxima de uma real necessidade de sobrevivência.

A aventura, que durou um final de semana, foi realizada em Teresópolis – região serrana do estado do Rio de Janeiro.

durante a noite, no abrigo feito pelos alunos

A expectativa e, até em certo ponto, o receio natural dos alunos em vivenciar uma situação tão diferente, encontrou nos Instrutores Gilton Júnior e Márcio Vieira a segurança necessária para que sentissem autoconfiança e motivação para enfrentar os desafios que viriam pela frente com liberdade e criatividade.

a equipe é formada por profissionais de excelência, com vasta experiência em treinamentos

Nas atividades previamente organizadas pela Equipe de Instrutores, os alunos treinam técnicas de:

• Sobrevivência na selva
• Sobrevivência no mar
• Combate ao fogo
• Primeiros socorros pós-acidente aéreo

Os alunos recebem instrução antes de cada atividade. Após, trocam impressões pessoais e refletem sobre a experiência

    Sobrevivência na Selva

Nesta etapa, os alunos, dentro da mata atlântica, são obrigados a vivenciar e se confrontarem com um ambiente oposto ao habitual urbano. Longe do conforto, da praticidade, do conhecido, são realmente postos a se “virarem” na natureza, em condições precárias, simulando um acidente.

Importante ressaltar algumas principais características de nossa mata atlântica brasileira, e consequentes dificuldades a serem enfrentadas no caso:

• A multiplicidade da vegetação: árvores, folhas, galhos diversos… A natureza toda é “entrelaçada”, tudo é ligado a tudo, não tem quase separação, por isso a referência fica muito difícil. A localização de onde se está e para onde se vai e a locomoção num terreno tão irregular exige atenção e orientação.

• A umidade é uma questão também a ser enfrentada, tudo é muito molhado. Preparar um local seco para abrigo passa a ser um desafio. Além disso, os alunos tem que se adequar ao terreno, criar um ambiente mínimo de conforto para pernoitar. Assim, eles são instruídos e aprendem a montar diversos tipos de abrigo.

• Felizmente, a água nas regiões de clima tropical não é escassa, mas a questão do alimento a ser ingerido requer conhecimento. Para isso, aos alunos são orientados a identificar, preparar os alimentos e cozinhá-los.

• Psicologicamente, também são instruídos para enfrentarem o medo, o desconhecido e a si mesmos, estando em grupo. Para isso, o diálogo, a calma, o bom senso, a união e a fé são fundamentais para a sobrevivência.

    Sobrevivência no mar

 Aqui, os Instrutores ensinam como utilizar os mesmos equipamentos que encontramos a bordo, como coletes e botes salva-vidas.  A técnica e a calma nesses casos são essenciais.

Uriel em demonstração na Educar

    Primeiros socorros pós-acidente aéreo

boneco de exercícios

Com a devida instrução, os procedimentos imediatos pós-acidente são imprescindíveis e podem fazer a diferença na sobrevivência. Os alunos aprendem os procedimentos básicos para tratar traumas, improvisando tipoias; fazendo curativos em feridas; massagem cardíaca, a maneira correta de deslocar o acidentado e etc.

    Combate ao fogo

 Essa atividade ocorreu no Centro de Treinamento no 16º Grupamento de Bombeiros Militar, num espaço feito para o ensino do combate ao fogo.

.  A Casa de Fumaça

Esse espaço foi idealizado para esse treinamento dentro de um ambiente confinado com fumaça. Essa simulação tem o objetivo de ensinar aos alunos técnicas de como reagir a uma situação de fogo e fumaça a bordo.

O combate direto

Os alunos da Educar mostraram disposição, garra e coragem nesta hora!

A experiência de sentir calor

Este é um campo de queima alimentado por combustível a base de petróleo.

Foi idealizado pelo Centro de Treinamento para que os alunos realmente “sentissem na pele” essa emoção.

Parabéns!!

A Educar agradece a todos que colaboraram para que a Parte Prática pudesse se desenvolver de forma tão bem sucedida!
A união do grupo, a amizade e a cooperação mútua entre os alunos propiciaram momentos de integração e desenvolvimentos de valores éticos – fundamentais no exercício da profissão.
Agradecemos a dedicação dos queridos Instrutores, Gilton Junior e Márcio Vieira; ao Centro de Treinamento do 16º Grupamento de Bombeiros Militares, aos amigos e colaboradores.

Aproveitamos para lembrar que a próxima atividade da Parte Prática será dia 19 de outubro deste ano, com a participação das turmas 2, 3 e 4. Até lá!

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