Semana da mulher

Olá galera da Aviação!

Nesta semana aonde se comemora o Dia da mulher, nossa homenagem as guerreiras da profissão, que conciliam a rotina do Lar com a rotina do céu!

A vida moderna é um desafio para todos, principalmente para quem precisa de tempo e concentração para estudar a fim de conquistar seu sonho: voar por esse espaço infinito!

A correria urbana, ter que conciliar (muitas vezes) o trabalho com estudo, o tempo de deslocamento, o cansaço… tudo isso é, sem dúvida, uma prova de fogo para quem busca seguir essa profissão tão desejada.

Mas acha que é impossível? Conheça o exemplo dessa mulher brasileira que passou fome, preconceito, dificuldades mil e se tornou a primeira aviadora brasileira num meio recém-nascido, até então dominado pelos homens!

Além de motivador, o filme também oferece uma série de conhecimentos históricos sobre a evolução da indústria da aviação.

O filme é de Ludmilla Ferolla; não está em boa qualidade, mas vale o esforço em assistir.

 

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Dia Internacional da Mulher – A luta da mulher para conquistar seu voo próprio; único

 

Ada Leda Rogato foi uma pioneira da aviação no Brasil. Foi a primeira mulher a obter licença como pára-quedista, a primeira volovelista e a terceira a se brevetar em avião.

A abertura do mercado de trabalho para receber a mulher como trabalhadora nasceu com uma dura e infeliz realidade global. Na Europa pós-guerra, muitas mulheres perderam seus maridos nas frentes de batalha da 1ª Guerra Mundial (que durou de 1914 a 1918).

Funcionária trabalha na produção de aviões da companhia Douglas Aircraft na California, Estados Unidos – Outubro de 1942. (Alfred T. Palmer/OWI/Libray of Congress).

Nas fábricas, faltava mão de obra braçal para a produção. Nesse período, as viúvas da guerra, mães de família, deixaram seus lares para trabalharem fora, lutando por sua sobrevivência e de sua família.

Mulher trabalhando em um motor de avião da North American Aviation, Califórnia, Estados Unidos – Junho de 1942. (Alfred T. Palmer/OWI/Libray of Congress).

Essa necessidade de trabalharem como operárias nas fábricas representou um passo importante para a construção de sua independência e subsistência, haja vista o sistema machista da época, que considerava que a mulher apenas para servir ao homem e seus interesses.

Funcionária trabalha no motor de um avião B-25 da North American Aviation, Califórnia, Estados Unidos – Outubro 1942. (Alfred T. Palmer/OWI/Libray of Congress)

A indústria de aviação foi observando que as mulheres possuíam uma especial aptidão técnica para lidar com aparelhos e sistemas minuciosos, delicados, frágeis e passaram a admitir mecânicas de avião.

Como comissária de bordo, a mulher tinha a seu favor a qualidade do serviço prestado a bordo, com delicadeza, segurança, gentileza, educação e sua encantadora beleza.

Mas seu sonho não se limitava a ser guiada. Desejava, por ela mesma, pilotar seu destino, ser guia de seu próprio voo.

Assim, conquistou as funções de comissária de voo, agente de aeroporto…

…mecânico de aeronave, brigadista e até piloto de avião!

Em meio a muitas lutas (ainda hoje) para vencer o preconceito, o machismo, a mulher provou sua competência, habilidade e criatividade, ganhando experiência até para ocupar cargos de liderança.

Agora, que a mulher já ocupa cargos e postos de destaque (antes exclusivo aos homens), surge um novo desafio vindo de uma antiga necessidade: manifestar livremente em seu ambiente de trabalho, suas qualidades femininas e sensíveis, que fazem toda diferença no trato humano.

Tais peculiaridades femininas podem se expressar sutilmente na atenção especial conferida ao público…

Personagem Cecília, interpretada por Regina Duarte na novela “Carinhoso” (1973-1974)

A exemplo de uma agente de aeroporto, na maneira paciente e atenciosa de responder a uma solicitação.

No carinho e bem-estar ofertado aos passageiros…

Alunas da Educar

A carreira da aviação civil propicia esse ambiente seguro para que o seu dom sutil, feminino, sensível de servir possa se manifestar, de maneira livre e linda!

A vocês, mulheres de voos seguros, nossa gratidão por construírem, não só uma história de luta, coragem e fé, mas, essencialmente, de graciosidade!

A luta da mulher para conquistar seu voo próprio; único

Ada Leda Rogato foi uma pioneira da aviação no Brasil. Foi a primeira mulher a obter licença como pára-quedista, a primeira volovelista e a terceira a se brevetar em avião.

A abertura do mercado de trabalho para receber a mulher como trabalhadora nasceu com uma dura e infeliz realidade global. Na Europa pós-guerra, muitas mulheres perderam seus maridos nas frentes de batalha da 1ª Guerra Mundial (que durou de 1914 a 1918).

Funcionária trabalha na produção de aviões da companhia Douglas Aircraft na California, Estados Unidos – Outubro de 1942. (Alfred T. Palmer/OWI/Libray of Congress).

Nas fábricas, faltava mão de obra braçal para a produção. Nesse período, as viúvas da guerra, mães de família, deixaram seus lares para trabalharem fora, lutando por sua sobrevivência e de sua família.

Mulher trabalhando em um motor de avião da North American Aviation, Califórnia, Estados Unidos – Junho de 1942. (Alfred T. Palmer/OWI/Libray of Congress).

Essa necessidade de trabalharem como operárias nas fábricas representou um passo importante para a construção de sua independência e subsistência, haja vista o sistema machista da época, que considerava que a mulher apenas para servir ao homem e seus interesses.

Funcionária trabalha no motor de um avião B-25 da North American Aviation, Califórnia, Estados Unidos – Outubro 1942. (Alfred T. Palmer/OWI/Libray of Congress)

A indústria de aviação foi observando que as mulheres possuíam uma especial aptidão técnica para lidar com aparelhos e sistemas minuciosos, delicados, frágeis e passaram a admitir mecânicas de avião.

Como comissária de bordo, a mulher tinha a seu favor a qualidade do serviço prestado a bordo, com delicadeza, segurança, gentileza, educação e sua encantadora beleza.

Mas seu sonho não se limitava a ser guiada. Desejava, por ela mesma, pilotar seu destino, ser guia de seu próprio voo.

Assim, conquistou as funções de comissária de voo, agente de aeroporto…

…mecânico de aeronave, brigadista e até piloto de avião!

Em meio a muitas lutas (ainda hoje) para vencer o preconceito, o machismo, a mulher provou sua competência, habilidade e criatividade, ganhando experiência até para ocupar cargos de liderança.

Agora, que a mulher já ocupa cargos e postos de destaque (antes exclusivo aos homens), surge um novo desafio vindo de uma antiga necessidade: manifestar livremente em seu ambiente de trabalho, suas qualidades femininas e sensíveis, que fazem toda diferença no trato humano.

Tais peculiaridades femininas podem se expressar sutilmente na atenção especial conferida ao público…

Personagem Cecília, interpretada por Regina Duarte na novela “Carinhoso” (1973-1974)

A exemplo de uma agente de aeroporto, na maneira paciente e atenciosa de responder a uma solicitação.

No carinho e bem-estar ofertado aos passageiros…

Alunas da Educar

A carreira da aviação civil propicia esse ambiente seguro para que o seu dom sutil, feminino, sensível de servir possa se manifestar, de maneira livre e linda!

A vocês, mulheres de voos seguros, nossa gratidão por construírem, não só uma história de luta, coragem e fé, mas, essencialmente, de graciosidade!